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14/03/2019

HUM é referência em clínica cirúrgica

huO Hospital Regional Universitário de Maringá (HUM) é referência no cuidado de pacientes quando se trata da clínica cirúrgica. Esta é a ala dentro do hospital que é responsável por pacientes que foram submetidos a cirurgias agendadas ou de emergência e urgência. A enfermeira Fabiane Minine Martins de Oliveira encarregada do setor no HUM, explica mais detalhes sobre a ala.

“Nosso setor pode atender vinte e um pacientes entre ortopedia e cirurgia geral. Os pacientes podem ser encaminhados pelo PA [Pronto Atendimento], quando existem casos de emergência ou urgência e eles são operados, ou vêm para cá para aguardar cirurgia. Há também as cirurgias eletivas, com data marcada pelo ambulatório do HUM”, explicou Fabiane Martins. Segundo ela, os pacientes que têm alta do centro cirúrgico também são internados na ala da clínica cirúrgica.

Ainda de acordo com a enfermeira, todos os pacientes, até mesmo os pré-operatórios, possuem uma equipe multiprofissional que os acompanha. Esta é composta por enfermeiros, médicos, nutricionistas, fonoaudióloga, fisioterapeutas, técnicos em enfermagem, dentre outros. “Os técnicos de enfermagem verificam os sinais vitais dos pacientes e são responsáveis por alertar o enfermeiro, caso verifiquem alguma alteração. Também é feita toda parte fisiológica do paciente, banho, curativos etc.”, disse Fabiane, que completa: “o médico também acompanha todos os dias, verifica-se, ainda, se o paciente está deambulando; isto é, o paciente que está no pós-operatório precisa andar, é muito importante para o sucesso da cirurgia, nós ficamos de olho, acompanhando cada um deles”. Enfim, são vinte técnicos de enfermagem e cinco enfermeiros fixos.

Fabiane explica que não uma existe faixa etária que se destaque entre os pacientes da clínica cirúrgica. O que se verifica, no entanto, é que, na ortopedia, a maior parte dos pacientes é jovem e sofreu acidente de trânsito. Mas os motivos que levam à internação das pessoas atendidas pela clínica cirúrgica são inúmeros.

“Existem pacientes mais graves que vêm da UTI porque estão estáveis. Atendemos vítimas de acidentes quase todos os dias. Também temos as cirurgias relacionadas a ferimentos de armas de fogo e arma branca [faca] e as cirurgias eletivas, como já disse, que são as pré-agendadas. Realizamos cirurgias de gastroenterologia, bariátrica, entre outras, de pessoas que são encaminhadas pelos especialistas que atuam no nosso ambulatório”, disse Fabiane.

Segundo a profissional do HUM, a equipe atua da melhor forma para atender os pacientes que são encaminhados para o Hospital. “Precisamos, sem dúvida, de um apoio para reestruturarmos nossa equipe, porque estamos com déficit de funcionários. Mas os que estão aqui oferecem o melhor que têm para quem ocupa nossos leitos. Esperamos ter condições de atender cada vez melhor aqueles que precisam da gente”, concluiu a enfermeira.
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