Doações nos Bancos de Leite dos HU's chegam a cair quase pela metade nesse período 23/01/2015 - 09:00
Os Bancos de Leite Humano (BLH) dos Hospitais Universitários (HU's) estão com os estoques baixos. Nesta época do ano a situação fica bastante crítica em algumas unidades e pode comprometer a saúde de bebês prematuros que não podem ficar sem o alimento. Um comparativo do mês de setembro para dezembro mostra que os Bancos de Leite Humano dos HU's de Londrina, Cascavel e Maringá registraram uma queda de quase 50% no número de doações. Diante do problema as instituições alertam para a necessidade de que as doadoras entrem em contato com as unidades e façam doações.
Cascavel foi a unidade que mais teve queda. Antes com uma média de doação de 200 litros a 180 litros mensal em setembro, no mês de dezembro o número caiu pela metade. Em Londrina, o número era 259 litros de leite doados em setembro e no mês de dezembro houve queda de 21% nas doações, recebendo apenas 206 litros. Já no Hospital Universitário de Maringá segundo a coordenadora, Aline de Santana Vaz, a queda chegou a 28%, enquanto em novembro havia 344 litros de doações, em dezembro o número caiu para 246. “O período é sempre mais crítico devido às férias”, explica Márcia Bevenutto, coordenadora do Banco de Leite de Londrina.
Para doar, a mãe deve estar amamentando e com excesso de leite. “A mãe percebe que o bebê termina de mamar, fica satisfeito e mesmo assim sobra leite. Esses são os casos onde a mãe está apta a doar”, orienta Poliana Becker, nutricionista da unidade de Cascavel.
A coleta é feita em casa, basta a doadora ligar para o banco de leite e solicitar uma visita. As equipes dos Bancos de Leite vão até a residência e disponibilizam material esterelizado, gorro, máscara e dão orientações de como deve ser feita a coleta. A equipe retorna em uma semana para recolher o material congelado. “ Costumávamos receber em média de 5 a 10 telefonemas diários e agora estamos recebendo entre 2 e 3 ou às vezes nenhum”, diz Aline de Santana Vaz, coordenadora do BLH de Maringá.
A meta é conseguir atender a 100% dos bebês que necessitam, que são os que estão na UTI, prematuros ou com problemas cardíacos. Segundo Aline de Santana Vaz, esses bebês não conseguem digerir outro leite que não seja o humano, por isso a importância, para que o bebê possa ganhar peso e crescer saudável. O leite humano possui nutrientes importantes para prevenir e proteger o bebê de alergias, ou doenças como anemia e diarreia. Além disso, a criança que é amamentada com leite materno tem menos chances de ter alguma doença crônica como obesidade e hipertensão, por exemplo.
Serviço
BLH Londrina: (43) 3371-2390
Avenida Robert Koch, 60. Caixa postal 791, Vila Operária.
Atendimento: segunda a sexta-feira das 9h às 16h.
BLH Maringá: (44) 3011-9174
Avenida Mandacarú, 1.590. Jardim Parque das Laranjeiras
Atendimento: segunda a sexta-feira das 7h às 18h.
BLH Cascavel: (45) 3321-5243
Avenida Tancredo Neves, 3.224. Santo Onofre
Atendimento: segunda a sexta-feira das 8h às 16h40. Sábados e domingos das 8h às 12h.
Cascavel foi a unidade que mais teve queda. Antes com uma média de doação de 200 litros a 180 litros mensal em setembro, no mês de dezembro o número caiu pela metade. Em Londrina, o número era 259 litros de leite doados em setembro e no mês de dezembro houve queda de 21% nas doações, recebendo apenas 206 litros. Já no Hospital Universitário de Maringá segundo a coordenadora, Aline de Santana Vaz, a queda chegou a 28%, enquanto em novembro havia 344 litros de doações, em dezembro o número caiu para 246. “O período é sempre mais crítico devido às férias”, explica Márcia Bevenutto, coordenadora do Banco de Leite de Londrina.
Para doar, a mãe deve estar amamentando e com excesso de leite. “A mãe percebe que o bebê termina de mamar, fica satisfeito e mesmo assim sobra leite. Esses são os casos onde a mãe está apta a doar”, orienta Poliana Becker, nutricionista da unidade de Cascavel.
A coleta é feita em casa, basta a doadora ligar para o banco de leite e solicitar uma visita. As equipes dos Bancos de Leite vão até a residência e disponibilizam material esterelizado, gorro, máscara e dão orientações de como deve ser feita a coleta. A equipe retorna em uma semana para recolher o material congelado. “ Costumávamos receber em média de 5 a 10 telefonemas diários e agora estamos recebendo entre 2 e 3 ou às vezes nenhum”, diz Aline de Santana Vaz, coordenadora do BLH de Maringá.
A meta é conseguir atender a 100% dos bebês que necessitam, que são os que estão na UTI, prematuros ou com problemas cardíacos. Segundo Aline de Santana Vaz, esses bebês não conseguem digerir outro leite que não seja o humano, por isso a importância, para que o bebê possa ganhar peso e crescer saudável. O leite humano possui nutrientes importantes para prevenir e proteger o bebê de alergias, ou doenças como anemia e diarreia. Além disso, a criança que é amamentada com leite materno tem menos chances de ter alguma doença crônica como obesidade e hipertensão, por exemplo.
Serviço
BLH Londrina: (43) 3371-2390
Avenida Robert Koch, 60. Caixa postal 791, Vila Operária.
Atendimento: segunda a sexta-feira das 9h às 16h.
BLH Maringá: (44) 3011-9174
Avenida Mandacarú, 1.590. Jardim Parque das Laranjeiras
Atendimento: segunda a sexta-feira das 7h às 18h.
BLH Cascavel: (45) 3321-5243
Avenida Tancredo Neves, 3.224. Santo Onofre
Atendimento: segunda a sexta-feira das 8h às 16h40. Sábados e domingos das 8h às 12h.


