Estado vai avaliar novo modelo de autonomia das universidades estaduais
26/08/2013 - 22:50
O governador Beto Richa determinou nesta segunda-feira (26/08) a criação de um grupo de trabalho para avaliar a ampliação da autonomia administrativa e financeira nas sete universidades estaduais do Paraná. A proposta foi definida em reunião com os reitores das paranaenses de ensino superior.
Durante o encontro, o reitor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Julio Durigan, apresentou o modelo adotado pelo Governo de São Paulo, que consiste no repasse de um porcentual da arrecadação do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para que a universidade faça toda a gestão dos seus recursos.
“Vamos analisar a proposta e ver se é possível aplicar no Paraná”, afirmou Richa. “Educação é a prioridade do nosso governo e queremos as universidades fortalecidas e transformadas em centros irradiadores de conhecimento”, disse ele. “Com a implantação da autonomia, São Paulo teve melhorias em todos os índices da qualidade do ensino”, declarou.
O secretário estadual da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Carlos Gomes, disse que a proposta de autonomia das universidades já é defendida pelo corpo acadêmico paranaense. “A proposta é garantir autonomia completa às instituições, que assumirão a responsabilidade pelas folhas de pagamento e investimentos em infraestrutura. Vamos analisar, através dessa comissão, qual é a possibilidade de implantar essa proposta no Paraná”, disse o secretário, ex-reitor da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).
CONTROLE - Segundo o reitor da Unesp, a autonomia universitária é uma tendência nacional que garante mais eficiência e agilidade no trabalho acadêmico. “Esse processo reduz a burocracia e garante melhor controle orçamentário. As universidades têm capacidade de se gerenciar e saber quais são suas prioridades de investimentos”, concluiu o reitor.
Em São Paulo, a autonomia universitária foi implantada em 1989 nas três instituições de ensino estaduais - Unesp, Usp e Unicamp. “Com a implantação da autonomia, as universidades estaduais paulistas tiveram avanços enormes em todas as áreas da academia: qualidade de ensino, extensão e pesquisa”, disse Durigan.
Ele afirmou que o Paraná tem um modelo robusto de ensino superior estadual apoiado pelo governo. “A autonomia universitária trará ao Estado agilidade e eficiência que as universidades precisam”, disse.
Com a implantação da autonomia na Unesp, o número de alunos triplicou. Julio Durigan usou como exemplo, ainda, o número de doutores formados pelas três universidades paulistas. Anualmente, elas formam quatro mil doutores, 35% da produção nacional. As universidades estaduais paulistas têm 175 mil alunos e as do Paraná cerca de 120 mil.
Durante o encontro, o reitor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Julio Durigan, apresentou o modelo adotado pelo Governo de São Paulo, que consiste no repasse de um porcentual da arrecadação do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para que a universidade faça toda a gestão dos seus recursos.
“Vamos analisar a proposta e ver se é possível aplicar no Paraná”, afirmou Richa. “Educação é a prioridade do nosso governo e queremos as universidades fortalecidas e transformadas em centros irradiadores de conhecimento”, disse ele. “Com a implantação da autonomia, São Paulo teve melhorias em todos os índices da qualidade do ensino”, declarou.
O secretário estadual da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Carlos Gomes, disse que a proposta de autonomia das universidades já é defendida pelo corpo acadêmico paranaense. “A proposta é garantir autonomia completa às instituições, que assumirão a responsabilidade pelas folhas de pagamento e investimentos em infraestrutura. Vamos analisar, através dessa comissão, qual é a possibilidade de implantar essa proposta no Paraná”, disse o secretário, ex-reitor da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).
CONTROLE - Segundo o reitor da Unesp, a autonomia universitária é uma tendência nacional que garante mais eficiência e agilidade no trabalho acadêmico. “Esse processo reduz a burocracia e garante melhor controle orçamentário. As universidades têm capacidade de se gerenciar e saber quais são suas prioridades de investimentos”, concluiu o reitor.
Em São Paulo, a autonomia universitária foi implantada em 1989 nas três instituições de ensino estaduais - Unesp, Usp e Unicamp. “Com a implantação da autonomia, as universidades estaduais paulistas tiveram avanços enormes em todas as áreas da academia: qualidade de ensino, extensão e pesquisa”, disse Durigan.
Ele afirmou que o Paraná tem um modelo robusto de ensino superior estadual apoiado pelo governo. “A autonomia universitária trará ao Estado agilidade e eficiência que as universidades precisam”, disse.
Com a implantação da autonomia na Unesp, o número de alunos triplicou. Julio Durigan usou como exemplo, ainda, o número de doutores formados pelas três universidades paulistas. Anualmente, elas formam quatro mil doutores, 35% da produção nacional. As universidades estaduais paulistas têm 175 mil alunos e as do Paraná cerca de 120 mil.


