Estudo revela impacto financeiro da Unioeste na região 21/08/2013 - 15:20
Estudo preliminar conduzido pela Pró-reitoria de Planejamento (Proplan), na primeira quinzena deste mês, revela que o impacto financeiro da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) na região é maior que o de uma empresa de grande porte.
No primeiro semestre de 2013, a Unioeste injetou mais de R$ 132 milhões na economia do Oeste paranaense. “São recursos que foram distribuídos na forma de pagamento de salários e investimentos em bolsas de pesquisa, ensino e extensão”, informa o pró-reitor de Planejamento, professor Jandir Ferrera de Lima.
De acordo com o pró-reitor, o impacto da Unioeste nas regiões Oeste e Sudoeste do Paraná é maior que o de uma grande empresa, “pois além da geração de empregos diretos, a universidade contribui para o desenvolvimento socioeconômico dos municípios, seja por meio de programas e projetos de extensão, ensino e pesquisa, seja na captação de recursos para investimentos e no suporte ao poder público e organizações”.
Bolsas
Um bom exemplo é o montante destinado às bolsas, tanto de iniciação científica e monitoria, que atendem diretamente aos alunos de graduação e pós-graduação como de apoio técnico, destinadas aos mestrandos, doutorandos e demais graduados. Em média R$ 2 milhões são injetados anualmente nos cinco municípios que tem campus da Unioeste, pois são bolsas cujos valores oscilam de R$ 250,00 a R$ 400,00. As bolsas de mestrado e doutorado variam de R$ 1,5 mil a R$ 2,4 mil, com um impacto significativo nas economias municipais, uma vez que esses recursos são gastos com aluguéis, alimentação e despesas de manutenção dos acadêmicos.
De acordo com dados da Proplan, em 2012 foram 573 projetos de iniciação científica concluídos, número 52% superior a 2010, quando 378 projetos foram desenvolvidos.
Já os projetos de pesquisa e extensão, que também contribuem no crescimento econômico da região, injetaram em torno de R$ 15 milhões nas cidades em função de termos de cooperação com organismos federais, estaduais e organizações privadas. Lima acentua que isso é reflexo do esforço dos grupos de pesquisa e extensão em captarem recursos. “A Unioeste produz conhecimento e seu corpo docente está atento aos editais de fomento à pesquisa, como forma de subsidiar a formação dos acadêmicos, promover a inovação e produção de novos saberes científicos”.
Um dado que reflete a preocupação da Unioeste com a comunidade são os atendimentos odontológicos e nas clínicas de reabilitação. Em 2012, foram mais de 25 mil atendimentos no centro de reabilitação física e mais de 20 mil atendimentos na clínica odontológica. O que, segundo Lima, mostra que além do impacto financeiro, “a Unioeste tem um impacto social muito grande e está ampliando sua inserção e os serviços prestados para a comunidade, por meio do Hospital Universitário e dos projetos de pesquisa, extensão e ensino que auxiliam as municipalidades numa série de demandas”.
No primeiro semestre de 2013, a Unioeste injetou mais de R$ 132 milhões na economia do Oeste paranaense. “São recursos que foram distribuídos na forma de pagamento de salários e investimentos em bolsas de pesquisa, ensino e extensão”, informa o pró-reitor de Planejamento, professor Jandir Ferrera de Lima.
De acordo com o pró-reitor, o impacto da Unioeste nas regiões Oeste e Sudoeste do Paraná é maior que o de uma grande empresa, “pois além da geração de empregos diretos, a universidade contribui para o desenvolvimento socioeconômico dos municípios, seja por meio de programas e projetos de extensão, ensino e pesquisa, seja na captação de recursos para investimentos e no suporte ao poder público e organizações”.
Bolsas
Um bom exemplo é o montante destinado às bolsas, tanto de iniciação científica e monitoria, que atendem diretamente aos alunos de graduação e pós-graduação como de apoio técnico, destinadas aos mestrandos, doutorandos e demais graduados. Em média R$ 2 milhões são injetados anualmente nos cinco municípios que tem campus da Unioeste, pois são bolsas cujos valores oscilam de R$ 250,00 a R$ 400,00. As bolsas de mestrado e doutorado variam de R$ 1,5 mil a R$ 2,4 mil, com um impacto significativo nas economias municipais, uma vez que esses recursos são gastos com aluguéis, alimentação e despesas de manutenção dos acadêmicos.
De acordo com dados da Proplan, em 2012 foram 573 projetos de iniciação científica concluídos, número 52% superior a 2010, quando 378 projetos foram desenvolvidos.
Já os projetos de pesquisa e extensão, que também contribuem no crescimento econômico da região, injetaram em torno de R$ 15 milhões nas cidades em função de termos de cooperação com organismos federais, estaduais e organizações privadas. Lima acentua que isso é reflexo do esforço dos grupos de pesquisa e extensão em captarem recursos. “A Unioeste produz conhecimento e seu corpo docente está atento aos editais de fomento à pesquisa, como forma de subsidiar a formação dos acadêmicos, promover a inovação e produção de novos saberes científicos”.
Um dado que reflete a preocupação da Unioeste com a comunidade são os atendimentos odontológicos e nas clínicas de reabilitação. Em 2012, foram mais de 25 mil atendimentos no centro de reabilitação física e mais de 20 mil atendimentos na clínica odontológica. O que, segundo Lima, mostra que além do impacto financeiro, “a Unioeste tem um impacto social muito grande e está ampliando sua inserção e os serviços prestados para a comunidade, por meio do Hospital Universitário e dos projetos de pesquisa, extensão e ensino que auxiliam as municipalidades numa série de demandas”.


