Justiça determina retorno das atividades nas universidades estaduais 06/03/2015 - 18:43
A justiça determinou nesta sexta-feira (6) que os professores e agentes universitários das universidades estaduais do Paraná devem retornar, imediatamente, às atividades, sob pena de multa diária de R$ 3 mil, caso não seja cumprida a ordem. A decisão do desembargador Luiz Mateus de Lima também proíbe os grevistas de obstruir, de qualquer modo, o acesso às universidades ou a qualquer outro órgão público estadual ou de impedir o trabalho de outros servidores públicos.
A decisão tem por objetivo dar fim a greve das universidades, que já dura 25 dias na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e na Universidades Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), as primeiras instituições a paralisar as atividades docentes. As demais universidades aderiram ao movimento na sequência. A greve dos professores e funcionários das universidades já traz sérios comprometimentos para o ano letivo. Cerca de 100 mil estudantes das sete instituições de ensino superior estão sendo afetados com a paralisação.
O secretário da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), João Carlos Gomes destaca que várias reuniões foram realizadas com os sindicatos e reitores em busca de um entendimento para a retomada das atividades nas instituições de ensino superior. “O Governo do Estado atendeu às solicitações dos sindicatos, portanto não há motivo para a continuidade da greve. Realizamos várias reuniões em busca do entendimento e como houve a decisão de se manter a greve, não restou outra alternativa que não fosse recorrer à Justiça. Queremos que as nossas universidades retomem as atividades acadêmicas e administrativas para não prejudicarmos nossos alunos”, disse João Carlos.
Autonomia Universitária - Embora o pedido para implantar a Autonomia Universitária tenha partido dos servidores para que fizesse parte do Plano de Governo do Beto Richa, por ser uma antiga reivindicação da comunidade universitária, o movimento grevista protocolou nesta quinta-feira (5) o pedido de revogação temporária do decreto que cria a comissão.
O secretário João Carlos Gomes orientou os representantes dos sindicatos que o pedido de revogação do Decreto fosse protocolado pelas entidades e explicou que também precisa da manifestação dos sete reitores das universidades estaduais para que encaminhe o pedido de revogação ao Governador.
“É importante destacar que o Decreto 546 só cria a comissão, para propiciar o debate, junto a comunidade universitária; realizar estudos e sistematizar uma proposta de projeto que busca as bases para a Autonomia Universitária. Mas me comprometi a encaminhar o pedido de revogação do Decreto, atendendo ao pedido do comando de greve após a manifestação dos sete reitores. Lamento, pois vamos perder a oportunidade que nos foi dada para discutir a Autonomia Universitária, reivindicada a tanto tempo pela comunidade acadêmica ”, explicou o secretário.
O Governo do Estado do Paraná tem investido no fortalecimento do Sistema Estadual de Ensino Superior, sendo o único Estado brasileiro que mantém atualmente sete instituições de ensino superior com recursos próprios.
A decisão tem por objetivo dar fim a greve das universidades, que já dura 25 dias na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e na Universidades Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), as primeiras instituições a paralisar as atividades docentes. As demais universidades aderiram ao movimento na sequência. A greve dos professores e funcionários das universidades já traz sérios comprometimentos para o ano letivo. Cerca de 100 mil estudantes das sete instituições de ensino superior estão sendo afetados com a paralisação.
O secretário da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), João Carlos Gomes destaca que várias reuniões foram realizadas com os sindicatos e reitores em busca de um entendimento para a retomada das atividades nas instituições de ensino superior. “O Governo do Estado atendeu às solicitações dos sindicatos, portanto não há motivo para a continuidade da greve. Realizamos várias reuniões em busca do entendimento e como houve a decisão de se manter a greve, não restou outra alternativa que não fosse recorrer à Justiça. Queremos que as nossas universidades retomem as atividades acadêmicas e administrativas para não prejudicarmos nossos alunos”, disse João Carlos.
Autonomia Universitária - Embora o pedido para implantar a Autonomia Universitária tenha partido dos servidores para que fizesse parte do Plano de Governo do Beto Richa, por ser uma antiga reivindicação da comunidade universitária, o movimento grevista protocolou nesta quinta-feira (5) o pedido de revogação temporária do decreto que cria a comissão.
O secretário João Carlos Gomes orientou os representantes dos sindicatos que o pedido de revogação do Decreto fosse protocolado pelas entidades e explicou que também precisa da manifestação dos sete reitores das universidades estaduais para que encaminhe o pedido de revogação ao Governador.
“É importante destacar que o Decreto 546 só cria a comissão, para propiciar o debate, junto a comunidade universitária; realizar estudos e sistematizar uma proposta de projeto que busca as bases para a Autonomia Universitária. Mas me comprometi a encaminhar o pedido de revogação do Decreto, atendendo ao pedido do comando de greve após a manifestação dos sete reitores. Lamento, pois vamos perder a oportunidade que nos foi dada para discutir a Autonomia Universitária, reivindicada a tanto tempo pela comunidade acadêmica ”, explicou o secretário.
O Governo do Estado do Paraná tem investido no fortalecimento do Sistema Estadual de Ensino Superior, sendo o único Estado brasileiro que mantém atualmente sete instituições de ensino superior com recursos próprios.


