Médicos estrangeiros aprendem português na Unicentro 16/12/2013 - 18:09
Novos médicos de diversos países da América Latina, que ingressaram no Brasil por meio do programa Mais Médicos, do governo federal, estão aprendendo português na Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro). Para facilitar a adaptação ao novo país, os cursos foram articulados entre a reitoria da universidade e a Prefeitura de Guarapuava.
Nesta primeira turma, sete alunos médicos, um argentino e seis cubanos, se reúnem uma vez por semana na Unicentro para aprimorar a escrita, a leitura e a conversação. Luciane Fracasse, professora de português, revelou que o trabalho desenvolvido em sala de aula, nessa fase, é realizado a partir das necessidades dos profissionais.
“Nós partimos de uma sondagem, para verificar qual o conhecimento deles em relação a nossa língua e, a partir disso, prepararmos os conteúdos. Para nossa surpresa na primeira aula já percebemos uma adaptação. Eles estão falando. Eles estão lendo. Trazem um certo conhecimento que nos permitiu avançar”, contou.
De acordo com a professora, o foco dos estudos realizados é facilitar a comunicação entre médico e paciente, por isso, termos técnicos e expressões informais são bastante abordados em sala.
Com a chegada de novos médicos e, consequentemente, de um aumento na demanda, a expectativa é que o projeto seja ampliado. “Queremos continuar com as atividades, quem sabe após essa fase introdutória, criar níveis para o curso e continuar subsidiando estrangeiros que tenham interesse em aprender o português”, declarou Adriano Machado, chefe da Divisão de Extensão Comunitária.
Nesta primeira turma, sete alunos médicos, um argentino e seis cubanos, se reúnem uma vez por semana na Unicentro para aprimorar a escrita, a leitura e a conversação. Luciane Fracasse, professora de português, revelou que o trabalho desenvolvido em sala de aula, nessa fase, é realizado a partir das necessidades dos profissionais.
“Nós partimos de uma sondagem, para verificar qual o conhecimento deles em relação a nossa língua e, a partir disso, prepararmos os conteúdos. Para nossa surpresa na primeira aula já percebemos uma adaptação. Eles estão falando. Eles estão lendo. Trazem um certo conhecimento que nos permitiu avançar”, contou.
De acordo com a professora, o foco dos estudos realizados é facilitar a comunicação entre médico e paciente, por isso, termos técnicos e expressões informais são bastante abordados em sala.
Com a chegada de novos médicos e, consequentemente, de um aumento na demanda, a expectativa é que o projeto seja ampliado. “Queremos continuar com as atividades, quem sabe após essa fase introdutória, criar níveis para o curso e continuar subsidiando estrangeiros que tenham interesse em aprender o português”, declarou Adriano Machado, chefe da Divisão de Extensão Comunitária.


