Nota de falecimento 26/01/2015 - 16:58
Comunicamos que Jacir Cardoso da Cruz, funcionário do setor de Recursos Humanos da Seti, faleceu no último sábado (24), aos 49 anos, vítima de um infarto. Jacir era um dos funcionários mais antigos da secretaria onde iniciou os trabalhos em 1988.
Jacir nasceu em Barbosa Ferraz de onde veio, ainda criança, com a família para Curitiba. Em 1980 ingressou na Guarda-Mirim do Palácio Iguaçu, onde decidiu seguir carreira na administração estadual trabalhando na Casa Civil, passando a atuar mais tarde na Seti onde trabalhou até a última sexta-feira (23).
No último sábado, enquanto fazia aquecimento para jogar futebol, Jacir teve um mal estar e dificuldades para respirar, seguidos de uma parada cardíaca, após atendimento médico. Jacir era casado com a senhora Luzimar e tinha dois filhos, Willian e Darci.
A seguir a homenagem escrita pelo Chefe de Gabinete da Seti, senhor José Maia:
Meu caro amigo Jacir,
Nesses tantos anos, nunca conversamos sobre coisas espirituais, creio. Eu não me lembro. Mas gostaria de lhe dizer, do que tenho aprendido, o seguinte:
A vida que vivemos é passageira. Simples aprendizado para a vida espiritual.
Vivemos no mundo das formas, efêmero, transitório.
Não temos somente uma vida. Vivemos várias.
Continuamente, estamos vindo e voltando, em novos corpos, novos grupos sociais, nos cenários.
Já vivemos tantas vidas em tantos tempos e lugares, e disso não nos lembramos, por uma sábia e misericordiosa providência de Deus. Se lembrássemos com toda a clareza de experiências passadas, não teríamos condições de encetar novas experiências, em função, até, de termos mais errado que acertado. E voltamos para acertar, evoluir.
A família e os amigos são companheiros valorosos com quem já vivemos noutros tempos.
Voltamos geralmente no mesmo grupo. Trocam-se os papéis, as posições.
Em cada vida aprendemos, corrigimos, preparamos nosso futuro. Alguns mais depressa, outros menos e há ainda os que estacionam, temporariamente, mas um dia dão novo impulso e se libertam de carmas.
Todos temos, em nós – em nossa consciência – gravada a lei divina. Ela é a nossa bússola interna, a nos conduzir os pensamentos, sentimentos que resultam em nossas ações.
Ao deixarmos a Terra, pelo mecanismo da morte orgânica, física, retornamos ao nosso verdadeiro lar, aonde reencontramos afetos e desafetos, amores e inimigos, companheiros desta jornada e das outras tantas que já vivemos.
Nunca estamos sós. Esses companheiros mais elevados, que velam por nós, nos ajudam continuamente no trato das coisas pertinentes à nossa jornada pela Terra.
A ciência avança. O conhecimento espiritual, por meio das religiões, também. Ou, como diria Pasteur, “quanto mais me aprofundo na ciência, mais me aproximo de Deus”.
Enfim, caro amigo, você retorna agora ao grande lar de todos nós. Aqui ficam seus familiares consanguíneos, ficamos nós, seus amigos.
Mas a sua jornada prossegue. E você poderá, daí, nessa outra dimensão, nos visitar, nos ajudar, como poderemos nós visitá-lo (pelo sono e sonhos, por exemplo) e ajudá-lo (pelo nosso reto proceder, pelas nossas orações, pelas nossas lembranças felizes da convivência que mantivemos durante o nosso tempo de permanência simultânea).
Lembremo-nos de Deus em nossas reflexões, análises, apreciações, em nossas preces e nunca estaremos sós.
Nosso carinho e nosso abraço fraternal, com as nossas preces pelo seu breve restabelecimento! Pelas experiências vitoriosas que você há de ter em nossa nova e velha morada – o plano espiritual!
Jesus também nos ensina, em seu Evangelho de luz e amor: “meu reino não é deste mundo”. Reino que está em nosso íntimo, em nosso coração, em nossa vida interior!
As religiões, porém, caro Jacir, têm suas limitações, porque elas são humanas. A essência é divina, vem de Deus, de Jesus, porém os erros de interpretação são humanas. Por isso, vemos tantos absurdos no campo religioso, ao lado das verdades cristalinas.
O apóstolo São Paulo dizia: “uma nuvem nos acompanha”. A nuvem dessa humanidade invisível aos nossos olhos, mais presente do que imaginamos.
E para encerrar este rápido momento de reflexão, caro Jacir, aqui fica este pensamento: “do berço ao túmulo estamos aprendendo e depois também”.
Afetuoso abraço fraternal dos seus amigos, companheiros de trabalho que fomos, aqui na Seti.
Jacir nasceu em Barbosa Ferraz de onde veio, ainda criança, com a família para Curitiba. Em 1980 ingressou na Guarda-Mirim do Palácio Iguaçu, onde decidiu seguir carreira na administração estadual trabalhando na Casa Civil, passando a atuar mais tarde na Seti onde trabalhou até a última sexta-feira (23).
No último sábado, enquanto fazia aquecimento para jogar futebol, Jacir teve um mal estar e dificuldades para respirar, seguidos de uma parada cardíaca, após atendimento médico. Jacir era casado com a senhora Luzimar e tinha dois filhos, Willian e Darci.
A seguir a homenagem escrita pelo Chefe de Gabinete da Seti, senhor José Maia:
Meu caro amigo Jacir,
Nesses tantos anos, nunca conversamos sobre coisas espirituais, creio. Eu não me lembro. Mas gostaria de lhe dizer, do que tenho aprendido, o seguinte:
A vida que vivemos é passageira. Simples aprendizado para a vida espiritual.
Vivemos no mundo das formas, efêmero, transitório.
Não temos somente uma vida. Vivemos várias.
Continuamente, estamos vindo e voltando, em novos corpos, novos grupos sociais, nos cenários.
Já vivemos tantas vidas em tantos tempos e lugares, e disso não nos lembramos, por uma sábia e misericordiosa providência de Deus. Se lembrássemos com toda a clareza de experiências passadas, não teríamos condições de encetar novas experiências, em função, até, de termos mais errado que acertado. E voltamos para acertar, evoluir.
A família e os amigos são companheiros valorosos com quem já vivemos noutros tempos.
Voltamos geralmente no mesmo grupo. Trocam-se os papéis, as posições.
Em cada vida aprendemos, corrigimos, preparamos nosso futuro. Alguns mais depressa, outros menos e há ainda os que estacionam, temporariamente, mas um dia dão novo impulso e se libertam de carmas.
Todos temos, em nós – em nossa consciência – gravada a lei divina. Ela é a nossa bússola interna, a nos conduzir os pensamentos, sentimentos que resultam em nossas ações.
Ao deixarmos a Terra, pelo mecanismo da morte orgânica, física, retornamos ao nosso verdadeiro lar, aonde reencontramos afetos e desafetos, amores e inimigos, companheiros desta jornada e das outras tantas que já vivemos.
Nunca estamos sós. Esses companheiros mais elevados, que velam por nós, nos ajudam continuamente no trato das coisas pertinentes à nossa jornada pela Terra.
A ciência avança. O conhecimento espiritual, por meio das religiões, também. Ou, como diria Pasteur, “quanto mais me aprofundo na ciência, mais me aproximo de Deus”.
Enfim, caro amigo, você retorna agora ao grande lar de todos nós. Aqui ficam seus familiares consanguíneos, ficamos nós, seus amigos.
Mas a sua jornada prossegue. E você poderá, daí, nessa outra dimensão, nos visitar, nos ajudar, como poderemos nós visitá-lo (pelo sono e sonhos, por exemplo) e ajudá-lo (pelo nosso reto proceder, pelas nossas orações, pelas nossas lembranças felizes da convivência que mantivemos durante o nosso tempo de permanência simultânea).
Lembremo-nos de Deus em nossas reflexões, análises, apreciações, em nossas preces e nunca estaremos sós.
Nosso carinho e nosso abraço fraternal, com as nossas preces pelo seu breve restabelecimento! Pelas experiências vitoriosas que você há de ter em nossa nova e velha morada – o plano espiritual!
Jesus também nos ensina, em seu Evangelho de luz e amor: “meu reino não é deste mundo”. Reino que está em nosso íntimo, em nosso coração, em nossa vida interior!
As religiões, porém, caro Jacir, têm suas limitações, porque elas são humanas. A essência é divina, vem de Deus, de Jesus, porém os erros de interpretação são humanas. Por isso, vemos tantos absurdos no campo religioso, ao lado das verdades cristalinas.
O apóstolo São Paulo dizia: “uma nuvem nos acompanha”. A nuvem dessa humanidade invisível aos nossos olhos, mais presente do que imaginamos.
E para encerrar este rápido momento de reflexão, caro Jacir, aqui fica este pensamento: “do berço ao túmulo estamos aprendendo e depois também”.
Afetuoso abraço fraternal dos seus amigos, companheiros de trabalho que fomos, aqui na Seti.


