Pesquisador da UEPG conquista Prêmio de Fotografia do CNPq
08/12/2014 - 13:30
Com a imagem Superfície Extraterrestre, o professor Osvaldo Cintho, do Departamento de Engenharia de Materiais da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), conquistou o primeiro lugar do Prêmio Fotografia – Ciência e Arte do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), na categoria imagens produzidas por instrumentos especiais (óticos, eletromagnéticos, eletrônicos). A fotografia premiada foi obtida no MEV-FEG do CLABMu (Complexo de Laboratórios Multiusuários), vinculado à Propesp (Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação) da instituição. Cintho coloca que a motivação para participar do prêmio foi acreditar que a fotografia produzida se adequava aos objetivos do concurso, ou seja, fomentar a produção de imagens com a temática de ciência, tecnologia e inovação; e contribuir com a divulgação e a popularização da ciência e tecnologia; e ampliar o banco de imagens do CNPq. O prêmio que se encontra em sua quarta edição se destina a estudantes de graduação e pós-graduação e pesquisadores brasileiros.
O professor explica que, embora a imagem tenha uma grande importância científica para a sua pesquisa por ilustrar a morfologia de produtos de reação e ser em escala micrométrica, sugere o panorama de uma paisagem familiar ao nosso alcance, onde se pode caminhar. Mas entende que podem surgir questionamentos: “O que é isso? O que são estas esferas? São ovos de algum ser?”. Por essa possibilidade, enfatiza que a imagem tende a incutir questionamentos e curiosidade científica, além de possuir importantes informações acadêmicas. A estas características soma-se a composição da imagem com elementos interessantes em forma e distribuição. Explica que a fotografia do concurso refere-se ao projeto de mestrado “Estudo comparativo da ativação mecânica por moinhos de alta energia na reação de redução do óxido de cromo”, de Maurício de Castro. Também faz parte da pesquisa na área de moagem de alta energia à qual o professor se dedica. No prêmio Ciência e Arte, as imagens inscritas foram avaliadas em seu impacto visual, inovação, relevância da imagem para a pesquisa, contribuição para a popularização e divulgação científica e tecnológica, e qualidade estética.
Bela Imagem - Na elaboração da fotografia, o professor destaca Maurício de Castro com co-autor, por ser quem realizou o processamento da amostra e por se tratar de um aluno de mestrado incansável na dedicação à pesquisa. “Infelizmente na inscrição para o prêmio não é possível registrar dois autores, entretanto, dividiremos igualmente o prêmio”. Os premiados em primeiro lugar de cada categoria recebem R$ 8 mil reais, além de passagem aérea e hospedagem para participar da 67ª Reunião Anual da SBPC, em julho de 2015, quando ocorre exposição das imagens e entrega da premiação. Osvaldo Cintho cita na conquista o apoio da Fundação Araucária, da Capes Pró-Equipamentos, bem como a colaboração do CLABMu. Ao definir a satisfação pela fotografia que motivou o prêmio, o professor diz “uma bela imagem obtida com recursos e técnicas de microscopia eletrônica rebuscados, de uma amostra, dentre muitas outras, preparada com muita dedicação e envolvimento”, acrescentando que “o Maurício preparou a amostra e eu pedi para ela sorrir”.
O pesquisador observa que, atualmente está afastado para pós-doutoramento e diz: “desenvolvo pesquisa em uma estrutura incomparável com a nossa em todos os sentidos”. Mas enfatiza que, apesar dos problemas estruturais, conjuntais, de pessoal e outros, com a presença de pessoas dedicadas e próximas das atividades da instituição tornam-se possíveis os bons resultados. “Sempre digo que tenho a grande felicidade e privilégio de ter excelentes alunos trabalhando comigo. Assim, tudo fica mais fácil, mais produtivo, mais entusiasmante e gratificante”. Além disso, segundo ele, o CLABMu, coordenado pelo professor Francisco Carlos Serbena e com apoio técnico competente mostra que sempre é possível vencer dificuldades. Para Osvaldo, a fotografia é resultado desse empenho e traz a marca de um dos mais tradicionais eventos do Brasil, onde se discute a expansão e o aperfeiçoamento do sistema nacional de ciência e tecnologia, bem como a difusão e popularização da ciência no País.
O professor explica que, embora a imagem tenha uma grande importância científica para a sua pesquisa por ilustrar a morfologia de produtos de reação e ser em escala micrométrica, sugere o panorama de uma paisagem familiar ao nosso alcance, onde se pode caminhar. Mas entende que podem surgir questionamentos: “O que é isso? O que são estas esferas? São ovos de algum ser?”. Por essa possibilidade, enfatiza que a imagem tende a incutir questionamentos e curiosidade científica, além de possuir importantes informações acadêmicas. A estas características soma-se a composição da imagem com elementos interessantes em forma e distribuição. Explica que a fotografia do concurso refere-se ao projeto de mestrado “Estudo comparativo da ativação mecânica por moinhos de alta energia na reação de redução do óxido de cromo”, de Maurício de Castro. Também faz parte da pesquisa na área de moagem de alta energia à qual o professor se dedica. No prêmio Ciência e Arte, as imagens inscritas foram avaliadas em seu impacto visual, inovação, relevância da imagem para a pesquisa, contribuição para a popularização e divulgação científica e tecnológica, e qualidade estética.
Bela Imagem - Na elaboração da fotografia, o professor destaca Maurício de Castro com co-autor, por ser quem realizou o processamento da amostra e por se tratar de um aluno de mestrado incansável na dedicação à pesquisa. “Infelizmente na inscrição para o prêmio não é possível registrar dois autores, entretanto, dividiremos igualmente o prêmio”. Os premiados em primeiro lugar de cada categoria recebem R$ 8 mil reais, além de passagem aérea e hospedagem para participar da 67ª Reunião Anual da SBPC, em julho de 2015, quando ocorre exposição das imagens e entrega da premiação. Osvaldo Cintho cita na conquista o apoio da Fundação Araucária, da Capes Pró-Equipamentos, bem como a colaboração do CLABMu. Ao definir a satisfação pela fotografia que motivou o prêmio, o professor diz “uma bela imagem obtida com recursos e técnicas de microscopia eletrônica rebuscados, de uma amostra, dentre muitas outras, preparada com muita dedicação e envolvimento”, acrescentando que “o Maurício preparou a amostra e eu pedi para ela sorrir”.
O pesquisador observa que, atualmente está afastado para pós-doutoramento e diz: “desenvolvo pesquisa em uma estrutura incomparável com a nossa em todos os sentidos”. Mas enfatiza que, apesar dos problemas estruturais, conjuntais, de pessoal e outros, com a presença de pessoas dedicadas e próximas das atividades da instituição tornam-se possíveis os bons resultados. “Sempre digo que tenho a grande felicidade e privilégio de ter excelentes alunos trabalhando comigo. Assim, tudo fica mais fácil, mais produtivo, mais entusiasmante e gratificante”. Além disso, segundo ele, o CLABMu, coordenado pelo professor Francisco Carlos Serbena e com apoio técnico competente mostra que sempre é possível vencer dificuldades. Para Osvaldo, a fotografia é resultado desse empenho e traz a marca de um dos mais tradicionais eventos do Brasil, onde se discute a expansão e o aperfeiçoamento do sistema nacional de ciência e tecnologia, bem como a difusão e popularização da ciência no País.


