Tecpar apresenta resultados do desenvolvimento de novos medicamentos
12/11/2014 - 12:15
O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) vai apresentar em Brasília o andamento das pesquisas para o desenvolvimento de produtos oncológicos no país, com base na experiência da Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) do Bevacizumabe. Trata-se de um produto de última geração que combate o câncer e a degeneração macular relativa à idade, que será produzido em Maringá.
O tema será abordado no evento do Ministério da Saúde “Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde: Resultados e avanços de pesquisas estratégicas para o SUS”, que acontece até sexta-feira (14).
O diretor-presidente do Tecpar, Júlio Felix, vai apresentar as iniciativas no desenvolvimento de oncológicos tanto do Tecpar e de mais entidades associadas à Associação de Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil (Alfob), a qual preside.
A apresentação será no Encontro da Rede Nacional de Pesquisa Clínica em Câncer, atividade plenária do evento. Felix debate ainda, junto aos especialistas no setor, qual o potencial da Rede para investigação clínica de produtos oncológicos novos e oriundos de PDP.
O Tecpar está envolvido em três PDPs, uma delas para o desenvolvimento do oncológico Bevacizumabe, em parceria com as empresas Biocad, da Rússia, e a Blanver, brasileira, que vai resultar na implantação de uma planta no Tecnoparque de Maringá, com entrega prevista a partir de 2017, onde será produzido o medicamento.
Além do oncológico Bevacizumabe, a instituição trabalha em outras duas PDP: da cola de fibrina, primeiro selante de fibrina obtido por rota biotecnológica, com produção 100% nacional e em desenvolvimento no campus Cidade Industrial de Curitiba; e a Rede Cegonha, para a montagem de kits de medicamentos que tratam a mortalidade materna e neonatal.
NA PRÁTICA – As Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) são realizadas entre instituições públicas e entidades privadas com objetivo de dar acesso a tecnologias prioritárias, de reduzir a vulnerabilidade do Sistema Único de Saúde (SUS) a longo prazo e de racionalizar preços de produtos estratégicos para saúde, com o comprometimento de internalizar e desenvolver novas tecnologias estratégicas e de valor agregado elevado.
As PDP fabricam produtos enquadrados nos grupos de fármacos, medicamentos, adjuvantes, hemoderivados e hemocomponentes, vacinas, soros, produtos biológicos ou biotecnológicos de origem humana ou animal e produtos para diagnóstico de uso in vitro. Os produtos e bens priorizados pelas PDP, cuja demanda possa ser induzida pelo poder de compra do Ministério da Saúde, são estabelecidos em listas específicas definidas pelo próprio ministério.
O tema será abordado no evento do Ministério da Saúde “Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde: Resultados e avanços de pesquisas estratégicas para o SUS”, que acontece até sexta-feira (14).
O diretor-presidente do Tecpar, Júlio Felix, vai apresentar as iniciativas no desenvolvimento de oncológicos tanto do Tecpar e de mais entidades associadas à Associação de Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil (Alfob), a qual preside.
A apresentação será no Encontro da Rede Nacional de Pesquisa Clínica em Câncer, atividade plenária do evento. Felix debate ainda, junto aos especialistas no setor, qual o potencial da Rede para investigação clínica de produtos oncológicos novos e oriundos de PDP.
O Tecpar está envolvido em três PDPs, uma delas para o desenvolvimento do oncológico Bevacizumabe, em parceria com as empresas Biocad, da Rússia, e a Blanver, brasileira, que vai resultar na implantação de uma planta no Tecnoparque de Maringá, com entrega prevista a partir de 2017, onde será produzido o medicamento.
Além do oncológico Bevacizumabe, a instituição trabalha em outras duas PDP: da cola de fibrina, primeiro selante de fibrina obtido por rota biotecnológica, com produção 100% nacional e em desenvolvimento no campus Cidade Industrial de Curitiba; e a Rede Cegonha, para a montagem de kits de medicamentos que tratam a mortalidade materna e neonatal.
NA PRÁTICA – As Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) são realizadas entre instituições públicas e entidades privadas com objetivo de dar acesso a tecnologias prioritárias, de reduzir a vulnerabilidade do Sistema Único de Saúde (SUS) a longo prazo e de racionalizar preços de produtos estratégicos para saúde, com o comprometimento de internalizar e desenvolver novas tecnologias estratégicas e de valor agregado elevado.
As PDP fabricam produtos enquadrados nos grupos de fármacos, medicamentos, adjuvantes, hemoderivados e hemocomponentes, vacinas, soros, produtos biológicos ou biotecnológicos de origem humana ou animal e produtos para diagnóstico de uso in vitro. Os produtos e bens priorizados pelas PDP, cuja demanda possa ser induzida pelo poder de compra do Ministério da Saúde, são estabelecidos em listas específicas definidas pelo próprio ministério.


