Tecpar e Prati Donaduzi estabelecem parceria 26/12/2013 - 15:40
“É a união de duas empresas genuinamente paranaenses em prol da saúde pública nacional” afirmou Júlio Felix, diretor-presidente do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), ao falar sobre a parceria que está sendo alinhavada entre o instituto e a Prati Donaduzi, empresa familiar estabelecida em Toledo há 20 anos e hoje a maior produtora de medicamentos genéricos do país.
As primeiras conversas entre as empresas entre as empresas começou há pouco tempo, com a visita de diretores e técnicos do Tecpar à sede da Prati Donaduzi, no Oeste paranaense. A partir da boa impressão causada nesse primeiro contato foi gerada uma segunda reunião, ocorrida na última sexta-feira (20), na sede do instituto, na Cidade Industrial de Curitiba. Um terceiro encontro está programado para o mês de janeiro, quando os rumos definitivos do trabalho em conjunto serão traçados.
“Tecpar e Prati possuem interesses comuns em relação à saúde brasileira, tanto na área de biológicos quanto na de medicamentos tradicionais. Estamos analisando oportunidades que temos em conjunto conforme a carência nacional, levantando dados e pesquisando opções, somando competências de cada um com a demanda mercado” – comentou Felix.
A Prati Donaduzi é hoje marca de referência na produção de medicamentos genéricos no Brasil. Produz quase um terço (29%) de todo genérico do país. Possui uma unidade fabril para sólidos, semi-sólidos e líquidos, com 4 mil funcionários e um crescimento acima de 20% ao ano. É hoje a grande fornecedora do governo, ganhando praticamente 70% das licitações na área.
A capacidade produtiva total anual da empresa é de 10 a 11 bilhões de doses terapêuticas. Com previsão de ampliação da indústria, só essa nova unidade deverá produzir mais 5 bilhões de doses, dentro dos moldes do FDA (Food and Drug Administration, o órgão governamental dos Estados Unidos responsável pelo controle dos alimentos, suplementos alimentares, medicamentos, cosméticos, equipamentos médicos, materiais biológicos e produtos derivados do sangue humano.
A Prati Donaduzi é uma empresa verticalizada e grande parte das etapas necessárias à produção, é feita ali mesmo: da matéria prima à embalagem, transporte, distribuição, engenharia e até os estudos de bioequivalência.
“Estamos muito felizes pela parceria que se avizinha entre duas empresas paranaenses”, comemorou Júlio Felix.
As primeiras conversas entre as empresas entre as empresas começou há pouco tempo, com a visita de diretores e técnicos do Tecpar à sede da Prati Donaduzi, no Oeste paranaense. A partir da boa impressão causada nesse primeiro contato foi gerada uma segunda reunião, ocorrida na última sexta-feira (20), na sede do instituto, na Cidade Industrial de Curitiba. Um terceiro encontro está programado para o mês de janeiro, quando os rumos definitivos do trabalho em conjunto serão traçados.
“Tecpar e Prati possuem interesses comuns em relação à saúde brasileira, tanto na área de biológicos quanto na de medicamentos tradicionais. Estamos analisando oportunidades que temos em conjunto conforme a carência nacional, levantando dados e pesquisando opções, somando competências de cada um com a demanda mercado” – comentou Felix.
A Prati Donaduzi é hoje marca de referência na produção de medicamentos genéricos no Brasil. Produz quase um terço (29%) de todo genérico do país. Possui uma unidade fabril para sólidos, semi-sólidos e líquidos, com 4 mil funcionários e um crescimento acima de 20% ao ano. É hoje a grande fornecedora do governo, ganhando praticamente 70% das licitações na área.
A capacidade produtiva total anual da empresa é de 10 a 11 bilhões de doses terapêuticas. Com previsão de ampliação da indústria, só essa nova unidade deverá produzir mais 5 bilhões de doses, dentro dos moldes do FDA (Food and Drug Administration, o órgão governamental dos Estados Unidos responsável pelo controle dos alimentos, suplementos alimentares, medicamentos, cosméticos, equipamentos médicos, materiais biológicos e produtos derivados do sangue humano.
A Prati Donaduzi é uma empresa verticalizada e grande parte das etapas necessárias à produção, é feita ali mesmo: da matéria prima à embalagem, transporte, distribuição, engenharia e até os estudos de bioequivalência.
“Estamos muito felizes pela parceria que se avizinha entre duas empresas paranaenses”, comemorou Júlio Felix.


