Unespar/Fecilcam desenvolve projeto que
garante água potável para famílias rurais
20/09/2013 - 16:34
Com apenas dois meses de atividade, o projeto de extensão da Universidade Estadual do Paraná (Unespar/Fecilcam) que visa a implantação de técnicas de saneamento e gerenciamento ambiental em propriedades rurais já atendeu 14 famílias de Iretama (município a 65 km de Campo Mourão). Desenvolvido por acadêmicos, professores e egressos, o objetivo é melhorar a saúde e qualidade de vida de agricultores familiares por meio do acesso a água potável. Para isso, foram recuperadas 17 nascentes que são utilizadas para o abastecimento e consumo na região.
Neste início de atividades o projeto atendeu o Assentamento Muquilão que está a aproximadamente 30 quilômetros da área urbana de Iretama. De acordo com o coordenador, professor Jefferson Crispim, a escolha justifica-se por tratar-se de comunidade que sofre com a falta de acompanhamento técnico e escassez de recursos, inclusive, falta de água devido a localização geográfica.
Antes de aplicar a técnica, são realizadas reuniões com os agricultores das comunidades, explicando sobre a importância do projeto, como se dá a aplicação e quais são as etapas previstas. Nesse contato com agricultores os acadêmicos também têm a responsabilidade de trabalhar a Educação Ambiental. “A importância da água de boa qualidade para consumo, a preservação da vegetação ripária e o plantio de vegetação nativa quando esta faltar próximo as nascentes são assuntos abordados nos encontros”, detalha Crispim.
Além das técnicas de saneamento, um dos objetivos do projeto é auxiliar as famílias no gerenciamento ambiental e implantação de técnicas de administração rural em seus estabelecimentos agrícolas. “Queremos proporcionar um maior aproveitamento dos recursos disponíveis e otimizar a qualidade de vida dos atendidos”, acrescenta o coordenador.
Ao final a proposta é ter implantada a técnica em 25 estabelecimentos agrícolas de agricultores familiares localizados em Iretama. O município possui uma população urbana de 6.187 e rural de 4.435 e um IDH médio de 0,699 necessitando da aplicabilidade de ótimos projetos para melhoria da qualidade de vida da população rural.
Vinculado ao programa Universidade Sem Fronteiras da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior o projeto conta com a participação de professores dos departamentos de Geografia e Administração, acadêmicos dos cursos de Geografia e Agronomia e recém-graduados em Geografia e Administração.
Procedimentos – A aplicação da técnica consiste em limpar o entorno das nascentes manualmente, colocando pedras rachão, instalando tubulações e vedando com uma mistura feita com solo peneirado, cimento e água. Em seguida, é feito o acompanhamento da vegetação ciliar nativa, e quando degradada, é realizado o plantio com espécies nativas num raio de 50 metros em torno da nascente, isolando-a para evitar a contaminação por produtos orgânicos ou animais.
Antes do processo de recuperação das nascentes é coletada uma amostra de água para análise laboratorial que irá determinar a qualidade da água consumida pelos agricultores. O resultado obtido será confrontado com análises que serão realizadas após o trabalho de recuperação. “É muito importante que se verifique a qualidade da água do ponto de vista microbiológico, bem como se mantenha um regular monitoramento evitando assim as desagradáveis doenças de transmissão hídrica”, afirma o coordenador do projeto.
Neste início de atividades o projeto atendeu o Assentamento Muquilão que está a aproximadamente 30 quilômetros da área urbana de Iretama. De acordo com o coordenador, professor Jefferson Crispim, a escolha justifica-se por tratar-se de comunidade que sofre com a falta de acompanhamento técnico e escassez de recursos, inclusive, falta de água devido a localização geográfica.
Antes de aplicar a técnica, são realizadas reuniões com os agricultores das comunidades, explicando sobre a importância do projeto, como se dá a aplicação e quais são as etapas previstas. Nesse contato com agricultores os acadêmicos também têm a responsabilidade de trabalhar a Educação Ambiental. “A importância da água de boa qualidade para consumo, a preservação da vegetação ripária e o plantio de vegetação nativa quando esta faltar próximo as nascentes são assuntos abordados nos encontros”, detalha Crispim.
Além das técnicas de saneamento, um dos objetivos do projeto é auxiliar as famílias no gerenciamento ambiental e implantação de técnicas de administração rural em seus estabelecimentos agrícolas. “Queremos proporcionar um maior aproveitamento dos recursos disponíveis e otimizar a qualidade de vida dos atendidos”, acrescenta o coordenador.
Ao final a proposta é ter implantada a técnica em 25 estabelecimentos agrícolas de agricultores familiares localizados em Iretama. O município possui uma população urbana de 6.187 e rural de 4.435 e um IDH médio de 0,699 necessitando da aplicabilidade de ótimos projetos para melhoria da qualidade de vida da população rural.
Vinculado ao programa Universidade Sem Fronteiras da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior o projeto conta com a participação de professores dos departamentos de Geografia e Administração, acadêmicos dos cursos de Geografia e Agronomia e recém-graduados em Geografia e Administração.
Procedimentos – A aplicação da técnica consiste em limpar o entorno das nascentes manualmente, colocando pedras rachão, instalando tubulações e vedando com uma mistura feita com solo peneirado, cimento e água. Em seguida, é feito o acompanhamento da vegetação ciliar nativa, e quando degradada, é realizado o plantio com espécies nativas num raio de 50 metros em torno da nascente, isolando-a para evitar a contaminação por produtos orgânicos ou animais.
Antes do processo de recuperação das nascentes é coletada uma amostra de água para análise laboratorial que irá determinar a qualidade da água consumida pelos agricultores. O resultado obtido será confrontado com análises que serão realizadas após o trabalho de recuperação. “É muito importante que se verifique a qualidade da água do ponto de vista microbiológico, bem como se mantenha um regular monitoramento evitando assim as desagradáveis doenças de transmissão hídrica”, afirma o coordenador do projeto.


